TEATRO EM CENA: “Jullie migra para pop folk e conta novidades sobre álbum novo”

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O Teatro em Cena conversou com a Jullie e publicou uma matéria, em que ela conta sobre a nova fase de sua carreira musical. Confira:

Jullie migra para pop folk e conta novidades sobre álbum novo

Para além de seus trabalhos em musicais teatrais, Jullie (de “Constellation”) também tem uma carreira como cantora propriamente dita. Artista desde a infância, ela já trabalhou com a Disney, lançou um álbum pop teen em 2009, um EP pop eletrônico em 2013, e agora prepara um disco novo, apoiado no pop folk. A primeira amostra dessa fase nova é “Tão”, single lançado com um clipe no Youtube. “Acho que passei a ouvir mais um outro tipo de som, que eu até já curtia, mas permiti que influenciasse mais no meu trabalho autoral. Acho que o tempo passa e a gente acaba mudando um pouco as referências”, ela conta ao Teatro em Cena. “O trabalho autoral é um reflexo de quem eu sou, do que eu gosto de ouvir, então vai se transformando naturalmente com o tempo”.

Uma fuxicada na conta da capixaba no Spotify traça o cenário do que lhe interessa. Ela segue artistas como Hozier e Bon Iver e playlists como folky fantastics, folksy christmas e indie folk top tracks. John Mayer também é uma inspiração que ela aponta. De nacional, também gosta de Tiago Iorc, Banda do Mar e Marcelo Jeneci. Não tem muito a ver com “Gasolina”, a música mais conhecida da Jullie, cantada em sua audição no “The Voice Brasil”. Ela acredita que seu novo material tem menos apelo comercial do que o repertório que já interpretou, mas não está se preocupando com esse ponto.

– O mais importante para mim é fazer o som que amo, me divertir no palco, poder trabalhar com quem eu admiro e tocar as pessoas, mesmo que não alcance um grande público. Isso sim é ter sucesso. – defende a jovem, que convidou Ju Martins, o vocalista da Playmobille Gugu Peixoto e o namorado Nando Motta (também ex-“The Voice”) para participações no show de lançamento do seu clipe, neste mês.

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Para o vídeo, levou seus colaboradores para a Ilha da Gigóia, na Barra da Tijuca, a bordo de um barquinho. Contou com um drone e muita boa vontade: “se houvesse qualquer descuido, tudo iria por água abaixo, literalmente”. Mas deu tudo certo, sem perrengues. Os amigos ajudaram a decorar o barco com a cara dela. “O diretor Gui Scarpari tem um olhar muito bacana e já sabia exatamente o que iria funcionar, então não gastamos tanto tempo gravando”, comenta a artista, que continua trabalhando com o produtor Bernardo Martins, do EP “Gasolina”.

Para o álbum novo, ela promete participações de Dani Black, Nina Fernandes e Ju Martins. A arte da capa será assinada pelo amigo Franco Kuster, “multiartista”, que trabalhou com ela em “Constellation”. “O álbum está ficando bem bonito e acho que o violino que gravamos vai dar todo o diferencial”. A previsão de lançamento é para setembro.

Matéria Original: Teatro em Cena.

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