Até o Sol: Jullie concede entrevista para o “Papo Alternativo”, “Caras”, “CJ Martim” e “O Globo”

Jullie recentemente lançou seu segundo álbum, Até o Sol, e, a fim de divulgar, concedeu entrevista para diversos veículos de comunicação, dentre eles: Papo Alternativo, Caras, CJ Martim e O Globo. Leia as matérias na íntegra clicando nos títulos:

22/03/2017: Papo Alternativo – Liberdade, amor, natureza humana e muito mais estão presentes em “Até o Sol”, de Jullie

Recentemente, a cantora Jullie lançou seu álbum autoral nas plataformas digitais. O nome do disco é “Até o Sol” e traz uma pegada que passeia pelos ritmos Pop, Folk e MPB. No total são 12 faixas, que contaram com a produção e mixagem de Bernardo Martins (Jesuton). Já a masterização ficou por conta de André Dias.

No álbum, as canções falam de uma diversidade de temas como: liberdade, amor, natureza humana, vida e fragilidade.

A capa do disco ficou a cargo do artista plástico Franco Kuster, que realizou o trabalho através de pintura a mão.

E se Julie parece um nome novo na cena musical, experiência é o que a cantora tem de sobra. Com passagem pelo The Voice, onde apresentou sua música “Gasolina“, a artista além da música atua também como atriz e dubladora. Atualmente, a cantora participa do musical “60 – Década de Arromba – Doc Musical“.

Em “Até o Sol“, a cantora contou com muitas participações especiais, que acrescentaram ainda mais vida a seu trabalho.  No disco estão presentes Dani Black, Nando Motta, Nina Fernandes e Ju Martins. A parte instrumental também teve participações. É o caso do violinista Felipe Pacheco Ventura (Baleia) e o acordeonista Kiko Horta.  Nas composições, Jullie contou com Ju Martins e integrantes da banda OutroEu (Superstar).

As faixas que integram o disco são: “Intro”, “Até o Sol”, “Intenso”, “Olá”, “Sobre Pássaros e Suas Asas”, “Ai de Mim” (part. Dani Black), “Varo a Noite” (part. Nando Motta), “O Céu e Suas Estrelas”, “De Mais Ninguém” (part. Ju Martins), “Filtro dos Sonhos” (part. Nina Fernandes), “Dança” e “Tão”.

Confiram o álbum no link abaixo e acompanhem o trabalho de Jullie, através da página oficial da cantora no Facebook.

Março/2017: Caras – Jullie lança álbum autoral ‘Até o Sol’: “A vida é a inspiração”

Recém-casada, ela fala da parceria com o cantor Nando Motta na vida pessoal e profissional.

Recém-casada, com álbum novo e shows em vista, o ano de 2017 começou cheio de novidades para a cantora Jullie. Ela acaba de se despedir do espetáculo 60! Doc Musical, que estrelou ao lado de Wanderléa e grande elenco, para se dedicar à sua música.

“Acabei decidindo não seguir com o musical para São Paulo, justamente para ter este tempo para mim, para me planejar com calma, criar e ensaiar um show bonito do novo álbum”, conta.

O disco Até o Sol é autoral e inspirado, segundo ela, na vida. “Escrevo o que vivo, o que vejo, o que invento”, diz a cantora. O álbum foi lançado nas plataformas digitais e conta com participações de alguns nomes conhecidos como Dani Black e Nando Motta (marido de Jullie), da jovem Nina Fernandes e de Ju Martins, que além de participar do álbum cantando, é responsável por algumas composições ao lado da artista e do produtor Bernardo Martins.

Em bate-papo com CARAS Digital ela fala sobre sua nova fase, a parceria com Nando na música e na vida, e seus próximos passos.

Confira!

– Como surgiu a ideia de ‘Até o Sol’? 
Já vinha buscando outra sonoridade há um tempo, ouvindo um som diferente, então a minha arte também foi se transformando de forma natural.

– Quais são as inspirações? As canções são experiências suas?
Busco inspiração em tudo o que me deixa leve: uma bela canção dos Beatles, uma melodia sensível da Joni Mitchell, um dia bonito na cachoeira… A vida é a inspiração. Escrevo o que vivo, o que vejo, o que invento.

– Você tem alguns artistas como referência?
Tenho grande admiração pela obra dos Beatles e amo ouvir a discografia do John Mayer na minha caixinha de som.

– Quais são seus planos agora? Vai ter turnê?
Com o fim da temporada carioca de “60! Doc Musical”, acabei decidindo não seguir com o musical para São Paulo, justamente para ter este tempo para mim, para me planejar com calma, criar e ensaiar um show bonito do novo álbum “Até o Sol”. Já estou fechando algumas datas.

– Você pretende focar na parte musical ou vai continuar conciliando com a carreira de atriz?
Meu foco neste momento será a música, o que não me impede de, num próximo momento, participar de outros projetos como atriz.

– Mudando de assunto, que tal a vida de casada? Vocês são parceiros musicais também?
A vida de casada está ótima, a gente se entende demais. Nando participou do meu álbum novo, cantando e tocando, ele também toca no meu show e além disso, vira e mexe dividimos o palco como um duo, o Duamô. O Nando é muito incrível como ser humano, marido, amigo e artista. É maravilhoso tê-lo presente na minha vida pessoal e profissional.

19/04/2017: Papo Alternativo – Jullie conversa com o Papo Alternativo

Há algumas semanas, divulgamos aqui no Papo Alternativo, o lançamento do disco da cantora Jullie, Até o Sol, no qual a artista trouxe vários elementos temas, como: liberdade, amor, natureza humana, entre outros, além da participação de vários nomes da música brasileira.

A cantora que a cada vez mais ganha reconhecimento pelo seu trabalho, já participou do programa The Voice Brasil, trabalha paralelamente como dubladora, atriz, e possui uma diversidade de videoclipes, além de músicas que já são sucesso.

Para conhecer melhor o trabalho de Jullie e saber um pouco mais sobre o novo disco, realizamos uma entrevista com ela, na qual a artista nos falou sobre quando começou no mundo da música, seus trabalhos paralelos, a carreira musical, as participações de “Até o Sol”, e sua presença no programa The Voice Brasil.

Além desses, Jullie falou a respeito de vários outros assuntos, também muito interessantes, que vocês conferem logo abaixo.

(Papo Alternativo) Pra começar, fala um pouco como você iniciou no mundo da música e quando foi que decidiu seguir essa carreira.

(Jullie)
Nasci com essa vontade de cantar e sempre tive este lado artístico pulsando em mim. Comecei cantando ainda criança em casa, nas escolas e em eventos de empresas. Nunca mais parei.


(Papo Alternativo) Você além de cantora, também é atriz e estava participando do espetáculo “60! Década de Arromba – doc. musical”. Conta pra gente sobre esse trabalho.

(Jullie) Fiquei em cartaz com o musical “60!” durante a temporada carioca e foi incrível. O espetáculo é um grande documentário em forma de show, o elenco é talentosíssimo e quando a grande estrela Wanderlea aparece e canta seus sucessos, o público se desmancha de amores. Ela é realmente uma artista e ser humano de muita luz. O musical segue pra Sampa e eu me despeço para focar nos ensaios do novo show e divulgação do novo álbum.

(Papo Alternativo) O álbum “Até o Sol” contou com diversas participações especiais. Como foi o contato com o pessoal e como você foi escolhendo cada um deles pra fazerem parte do seu disco?

(Jullie) Conheci o Dani Black no programa Gente Inocente. Hoje em dia, acompanho e gosto bastante do trabalho dele. Quando o Dani aceitou o convite nem acreditei! O Nando Motta eu conheci no The Voice, já era fã dele daquela época. A vida nos uniu anos depois do programa, hoje estamos casadinhos e é claro que eu iria usar e abusar dos talentos deste moço incrível. Quem me mostrou um vídeo da jovem Nina Fernandes cantando uma música de sua autoria foi o Guto Oliveira, da OutroEu, que também participa do álbum tocando. Me emocionei muito com o vídeo da Nina, coloquei no repeat e resolvi entrar em contato com ela para parabenizá-la. Descobri que ela já conhecia meu trabalho também, então tive muita vontade de convidá-la para participar do disco. A Ju Martins é parceira de anos. A primeira vez que a ouvi cantando, me apaixonei. Era uma música dela com o Bernardo Martins (produtor do álbum). De cara já quis os dois na minha vida, tanto que tamo junto até hoje, compondo, produzindo, tocando. A Ju é maravilhosa demais.

(Papo Alternativo) Você participou do The Voice e levou sua canção de sucesso “Gasolina” ao programa. A partir da sua participação no programa, como foi o reconhecimento do público diante do seu trabalho e o quanto isso somou de experiência na sua carreira?

(Jullie)
O programa dá uma visibilidade legal e poder mostrar uma música autoral para um público tão grande foi uma oportunidade e tanto. Cada experiência que tive na vida foi essencial para meu crescimento como artista e essa foi uma delas. Foi especial.

(Papo Alternativo) Entre as canções do “Até o Sol” qual é aquela que mais lhe agrada e tem um gostinho mais especial?

(Jullie) Acho que “Até o Sol“, música que dá título ao álbum, é uma das favoritas. O arranjo é sensacional, tem nuances, delicadeza e força. Os tambores que nos remetem a uma atmosfera tribal, o violino que traz uma referência celta e o violão espanhol dão uma identidade muito bacana à música. A real é que amo todas, mas já que era pra escolher uma.

(Papo Alternativo) Além do álbum e de tocá-lo pra apresentar seu trabalho para o Brasil, quais os planos para 2017?

(Jullie) Acho que isso já é bastante coisa pra 2017. Álbum, divulgação, shows. Tudo no seu tempo. Criar, planejar e fazer acontecer demanda bastante foco e persistência. Também sigo em paralelo com a minha carreira de dubladora.

(Papo Alternativo) Jullie, a entrevista está chegando ao fim. Gostaria de agradecê-la por ter batido esse papo alternativo com a gente. Este último espaço é reservado para você deixar um recado para quem leu a entrevista e quem acompanha seu trabalho.

(Jullie) Eu é que agradeço imensamente pela entrevista. Muito obrigada, leitores! Pra quem ainda não ouviu o álbum, convido a ouvi-lo. “Até o Sol” está disponível em todas as plataformas digitais incluindo iTunes, Deezer e Spotify. Também há uma playlist do álbum no meu canal de YouTube, jullieoficial. Um grande beijo a todos!

Confiram o disco “Até o Sol” no link abaixo e acompanhem o trabalho de Jullie, através de sua página oficial no Facebook.

 17/04/2017: CJ Martim – Jullie: ‘Não curto rotular a MPB. É algo tão amplo, tão maior do que qualquer definição’

A cantora, dubladora e atriz Jullie lançou seu CD autoral ‘Até o Sol’ e mostrou que não é presa, nem tem pretensão de ser, a rótulos musicais engessados e bonitinhos. Em entrevista exclusiva, ao Cj Martim, fica claro sua liberdade artística.

A voz é um dom poderoso, pois consegue enxugar lágrimas, promover sorrisos e reflexões. Estamos atentos a você, Jullie, a mais nova representante desse dom poderoso!

Cj Martim: “Cantora que participou do The Voice.” Algum receio de ficar sempre rotulada pela participação no programa The Voice Brasil ou isso não incomoda?

Jullie: É claro que existe esta referência, porque é uma marca conhecidíssima, mas não me sinto rotulada pelo “The Voice Brasil”, até porque já havia feito tantas coisas antes da minha participação e tenho feito tantas coisas legais após o programa. A experiência foi ótima e foi um dos momentos importantes na minha jornada, que não se limita apenas ao reality.

Cj Martim: Você passeia por diferentes estilos musicais. Esse passeio, para muitos artistas, precisa ser limitado. Como mostrar ao público que você tem desejos por diferentes estilos musicais, sem parecer perda de identidade?

Jullie: Na verdade, não vejo como um desejo de passear por muitos estilos. Vejo como um crescimento, um amadurecimento, uma descoberta de identidade. Como me lancei no mercado muito jovem, obviamente o meu som mudaria com o passar do tempo, pois a gente vai se conhecendo melhor. Antes eu atendia a um público mais teen. Hoje, busco compor e fazer o som que eu gosto de ouvir, que toque o meu coração e me traga leveza.

Cj Martim: Você acaba de lançar o CD autoral ‘Até o Sol’. Qual discurso, que elementos novos fornecem para o público esse trabalho?

Jullie: O som do disco novo está muito mais orgânico. Fiz questão dos violinos e do acordeom, pois sou apaixonada. As músicas falam de amor, liberdade, fragilidade, no geral é um discurso positivo. Os arranjos trazem algumas referências celtas e algumas escalas orientais nos violinos, por outras vezes uma atmosfera tribal nos tambores, bem como uma citação ao violão espanhol e à guitarra havaiana, porém sem perder a brasilidade, com ritmos que em partes nos remetem ao interior do país. É um disco do mundo, a meu ver. E ainda tem lindas participações de pessoas que admiro muito. Bernardo Martins, meu grande amigo, parceiro de composição e produtor musical, fez um trabalho impecável.

Cj Martim: Defina: música popular brasileira, conhecida como MPB.

Jullie: Não curto rotular a música popular brasileira. É algo tão amplo, tão maior do que qualquer definição há tantos ritmos e estilos musicais que se englobam. Quem sou eu para dizer que a MPB é isso ou aquilo. Prefiro dizer que é o som feito aqui, por nós, artistas brasileiros.

Cj Martim: Conta um pouco da parceria com integrantes da banda OutroEu, também revelada por um reality.

Jullie: Conheci os meninos da OutroEu num sarau, um ano antes da participação deles no programa. Estava começando a compor as músicas do novo álbum e ao ouvir o som deles, quis muito que contribuíssem para esta nova fase, pois as composições eram lindas. “Ai de Mim” foi a primeira canção composta para o álbum “Até o Sol” e é uma parceria minha com o Mike e com o Bernardo Martins, produtor do disco. Dani Black faz uma belíssima participação nesta faixa.

Cj Martim: Artista que não se impõe no mercado musical acaba sendo ‘engolido’ pelo sistema?

Jullie: Nos dias de hoje não dependemos exclusivamente do mainstream, não dependemos apenas daquela música na rádio, ou na novela, para que nossa arte seja propagada. Claro que tudo isso é bacana, sim, e super positivo, mas não é só isso que define o sucesso de um artista. Há um mercado independente, há outras formas de divulgação, a internet está aí para quebrar esse sistema que é fechado pra caramba. Também é bem sucedido quem vive da sua arte dessa forma alternativa, independente. E eu to nessa, aprendendo, buscando e traçando meu caminho.

09/03/2017: O Globo – Ex-‘The voice’, Jullie abraça o folk e MPB em novo álbum

Famosa pelo hit ‘Gasolina’, de 2013, cantora aposta em canções mais doces.

RIO — Quem escutar o novo álbum de Jullie, “Até o sol”, lançado em 17 de fevereiro, pouco se lembrará da cantora que entoava o hit pop chiclete “Gasolina”, de 2013. A imagem de ex-“The voice”, programa que participou em 2014, também ficou no passado. Mais madura, a artista capixaba tem apostado em novos rumos para sua carreira solo, enquanto se divide entre a dublagem e o teatro.

— Foi legal participar do “The voice”, porque a TV é uma vitrine. Mas nada substitui o trabalho e a dedicação que são feitos diariamente — declarou ela, que atualmente está em cartaz no teatro Net Rio com o espetáculo “60! Década de Arromba – Doc. Musical”, no qual atua ao lado da cantora Wanderléa.

— Ela é a cereja do bolo da peça. Quem não a conhece tanto, acaba ficando espantado com o que vê. Ela emana uma energia muito boa — derreteu-se.

Sobre os novos rumos em sua carreira musical, a cantora se arriscou em ritmos que pouco se assemelham aos que estava acostumada a trabalhar (compare com seu primeiro álbum, “Hey!”, de 2009). Agora, mais íntima do folk e mpb, Jullie colhe os frutos de seu segundo álbum, “Até o sol”, disponível apenas nas plataformas digitais. Nele, a artista investe em canções mais doces, que falam sobre liberdade, amor, natureza humana, vida e fragilidade.

— Suricato, Banda do mar, Mallu Magalhães, Clarice Falcão são algumas das referências que tenho escutado. E logo na primeira música do CD, que também se chama “Até o sol”, eu tento traduzir o álbum como um todo — afirmou a cantora, de 28 anos, que disse ter mudado de referências ao longo dos anos.

— Tenho escutado outras coisas, mais tranquilas, canções acústicas. Essa é minha vibe agora, e estou muito feliz.

“Até o sol”, lançado de forma independente, também conta com participações de alguns nomes conhecidos como Dani Black, que colabora na faixa “Ai de mim”.

— Eu pensei no Dani para um dueto nessa canção, porque nós temos um contato a anos, participamos do programa “Gente inocente”, então mandei uma mensagem para ele, que ouviu e gostou. Fiquei super contente, ele é uma referência para mim — finalizou.

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